<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7676442</id><updated>2011-04-21T23:19:17.863-03:00</updated><title type='text'>Teoria da Comunicação</title><subtitle type='html'>Teoria da Comunicação é um blog vinculado à disciplina homônima ministrada pela professora Maria Isabel Duarte do Departamento de Comunicação Social da UFPE.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>jono</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002805370952616550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7676442.post-109095155344546570</id><published>2004-07-27T15:04:00.000-03:00</published><updated>2004-07-27T15:05:53.446-03:00</updated><title type='text'>Walter Benjamin</title><content type='html'>&lt;strong&gt;BENJAMIN, Walter.&amp;nbsp; A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Trata-se de um ensaio sobre teoria do cinema,&amp;nbsp; um esboço de história da arte, e mais especificamente, de reflexões sobre as transformações radicais da recepção estética e dos modos de fruição na era da reprodutibilidade técnica. &lt;br /&gt;Publicação: Revista do Instituo de Pesquisa Social (1936) por Adorno e Horkheimer, com correções.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 1a versão, em alemão. &lt;br /&gt;2a versão, em francês, publicada em 1936 na Revista do Instituto&amp;nbsp; &lt;br /&gt;3a&amp;nbsp; versão,&amp;nbsp;&amp;nbsp; reescrita entre 1937 e 1938, mais próxima do original. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 1ª versão brasileira, traduzida por Sérgio Rouanet (1985)&amp;nbsp; Ed. Brasiliense em Obras Escolhidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Outras obras importantes &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem do Drama Barroco Alemão (1928) &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Passagens: contato com o surrealismo francês. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Trabalho das Passagens,faz parte de um Projeto de Pesquisa apresentado ao Instituto de Pesquisa Social de Frankfurt, e é composto por 36 cadernos denominados "Materiais e Notas", perfazendo cerca de 900 páginas. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As Passagens, reflete no pensamento, ou melhor, na forma fragmentada de expressá-lo, a estrutura arquitetônica da cidade de Paris e das galerias francesas do século XIX, ela é construída a partir de um método a que Benjamin chama de método da montagem (fragmento e choque). &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em Passagens, Benjamin pretende uma análise dos elementos fundamentais que constituem a essência da modernidade, através do olhar lírico de Baudelaire (As Flores do Mal). &lt;br /&gt;Para Benjamin, a modernidade se traduz como um paradoxo: rompe com todas as formas tradicionais de relacionamento e interação dos homens entre si e com a natureza, mas abre a possibilidade de renovar e reconstruir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Benjamin &amp; Adorno &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Confluências &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ambos realizam uma crítica ao modelo de filosofia da Idade Moderna, através de Descartes, que se caracteriza&amp;nbsp; pelo paradigma matemático do conhecimento, método de ordenação linear dedutiva de conhecimentos claros, sem se preocupar com a densidade lingüistica. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para Adorno e Benjamin, pensamento e linguagem são indissociáveis. Ambos retomam formas filosóficas mistas: ensaio, crítica, tradução, formas que&amp;nbsp; tanto pertencem à&amp;nbsp; filosofia,&amp;nbsp; quanto à literatura e à história. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Adorno e Benjamin apresentam a concepção de história como descontinuidade e catástrofe, diferente do historicismo burguês, que vê a história como um contínuo linear que tende para o progresso. Para ambos a história&amp;nbsp; deve ser contada pelos vencidos, e não pelos vencedores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Diferenças &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Benjamin fala da morte da aura, ou seja, a perda do caráter de objeto único da obra de arte tradicional. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Adorno refere-se a morte da arte nas sociedades capitalistas, que convertem a própria cultura em mercadoria. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Benjamin entende que a racionalidade moderna precisa ser questionada e redefinida, para que a razão possa cumprir as promessas e esperanças de emancipação e felicidade que se frustraram no decorrer da história. &lt;br /&gt;&amp;nbsp; A razão que, na sua forma instrumental e controladora, criou fetiches e elementos alienantes que constituem o imaginário coletivo moderno, tem também uma característica emancipatória, que se frustrou no decorrer do processo histórico. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para Benjamin, se a técnica, no capitalismo, se transformou em instrumento de opressão e destruição, isso não se deve à técnica em si mesma, mas à sua apropriação pelo capitalismo. &lt;br /&gt;A técnica tem um potencial revolucionário e emancipador, que se manifesta na fotografia e no cinema, expressões da sensibilidade moderna. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na Dialética do Esclarecimento, Adorno reflete sobre a falência da razão instrumental, que&amp;nbsp; em vez de emancipação e progresso, resultou na barbárie humana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Objetos de interesse de Benjamin:&amp;nbsp; a moda, o jogo, o colecionador, a prostituição, o flâneur, as galerias, as ruas, a fotografia, a publicidade, etc. &lt;br /&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Objetos de interesse de Adorno: expressões da cultura erudita: música clássica, literatura, indústria cultural etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Adorno critica de maneira radical a Indústria Cultural, como subsistema do sistema capitalista que assimila e reflete os ditames da cultura de mercado. &lt;br /&gt;Os produtos da I. Cultural, assim como os meios de comunicação de massa (cinema, TV, desenho animados, etc.) são caracterizados por Adorno como medíocres, alienantes, conservadores e autoritários. &lt;br /&gt;Para Adorno a racionalidade técnica é a racionalidade do próprio domínio. &lt;br /&gt;A Indústria Cultural seria mais uma forma de expressão do totalitarismo moderno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica, nos apresenta: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; uma teoria do cinema, e especificamente, as transformações nos modos de recepção estética e cognição a partir do advento da fotografia e do cinema. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; um esboço de história da arte e as&amp;nbsp; inflexões significativas no modo de fruição estética, caracterizado pela destruição da aura da obra de arte pela reprodutibilidade técnica. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para&amp;nbsp; Walter Benjamin a obra de arte, no sentido tradicional, exige do fruidor uma postura de contemplação, em contraste com a distração, imposta pelos novos meios de reprodução técnica, como no caso do cinema. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A recepção estética, a partir da fotografia e do cinema, passa por várias transformações. &lt;br /&gt;Para Benjamin: “O cinema possibilita uma leitura descontínua da história, fragmenta o mundo, dilui a temporalidade linear, exige saber viver a descontinuidade ao colocar-nos diante de uma imagem peculiar do mundo, resultado da decomposição do quotidiano. Tanto quanto a fotografia, o cinema abre para uma nova leitura do mundo ao transgredir a ordem temporal. O cinema é a arte moderna por excelência: pode alienar, mantendo intacta a capacidade de crítica, mas pode também ser fonte de reflexão; com seus múltiplos recursos para representar o mundo, o cinema redimensiona espaço e tempo, permite imaginar e sonhar, transcende os limites da percepção sensível e "nos abre, pela primeira vez, a experiência do inconsciente visual, assim como a psicanálise nos abre a experiência do inconsciente instintivo". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Benjamin manifestou interesse pela teoria brechtiana, pela vivência do choque, valorizando um novo tipo de percepção, característica da modernidade e dos grandes centros urbanos. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O choque é conceito chave para identificação das situações características do mundo moderno.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Em Sobre alguns temas de Baudelaire, observa que essa experiência do choque é refletida na configuração dos grandes centros urbanos: deslocamento de transeuntes, tráfego intenso, letreiros luminosos, etc. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A montagem é a justaposição e coexistência de estímulos díspares. &lt;br /&gt;No cinema, a justaposição de imagens, espacial e temporalmente, separadas. Nessa situação as pessoas agem de forma automatizada, o choque é físico e não moral. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para Benjamin as provocações dadaístas resultavam em choque físico e &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; moral. &lt;br /&gt;O cinema é o meio capaz de refletir a experiência do choque. &lt;br /&gt;O ritmo do filme em seqüências bruscas e sucessão rápida de imagens, oportuniza a experiência do choque que caracteriza a sensibilidade moderna. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Benjamin compara a percepção do cinema&amp;nbsp; com a do teatro épico,que acontece na forma de choques. A interrupção entre uma cena e outra, desperta o público de sua ilusão. Tanto o teatro épico como o cinema, são instrumentos de reaprendizagem. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O cinema seria um novo meio de aprendizado, que provoca mudança na estrutura perceptiva humana, oposta à contemplação. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sob a ótica benjaminiana, para as massas a obra de arte seria instrumento de diversão e para o conhecedor, de devoção. &lt;br /&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O cinema é um meio privilegiado de recepção, que possibilita o desdobramento da forma perceptiva (que foi modelada pelas máquinas modernas), ensina-nos a saber viver em descontinuidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tópicos importantes do texto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A obra de arte sempre foi suscetível de reprodução, os discípulos reproduziam obras de seus mestres. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As técnicas de reprodução não se constituem em fenômeno novo: &lt;br /&gt;Os gregos utilizavam-se de técnicas de fundição e a cunhagem em bronzes de moedas, reproduzidas em série. &lt;br /&gt;A gravura na madeira, possibilita a reprodução do desenho e surge muito antes da imprensa possibilitar a multiplicação da escrita. &lt;br /&gt;A litografia enseja a reprodução de desenhos como ilustração do cotidiano, colaborando com a imprensa. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A fotografia vai suplantar o papel da gravura como elemento de ilustração nos jornais; possibilita a liberação da mão das tarefas de produzir imagens, que agora passam a ser reservadas ao olho, muito mais rápido que as mãos, acelerando o processo de reprodução de imagens. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Benjamin retoma no seu texto a colocação de Valéry: “Tal como a água, o gás e a corrente vêm de longe para as nossas casas, atender as nossas necessidades por meio de um esforço quase nulo, assim seremos alimentados de imagens visuais e auditivas, passíveis de surgir e desaparecer ao menor gesto, quase a que a um sinal”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As técnicas de reprodução no século XX, podem se dedicar a todas obras de arte do passado e modificar de modo profundo seus meios de influência; elas próprias se impondo como formas originais de arte. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; À mais perfeita reprodução falta algo, o hic et nunc (autenticidade) o aqui e agora, presença única e irrepetível. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A noção de autenticidade não tem sentido para a reprodução. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A reprodução da obra de arte pela mão do homem, considerada falsificação, mantém a autoridade do original, o que não ocorre na reprodutibilidade técnica, independente do original. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A fotografia é&amp;nbsp; capaz de ressaltar traços do original, que escapam ao olho, graças ao método de ampliação e desaceleração pode-se atingir realidades até então ignoradas pelo sentido da visão. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sob forma de fotografia ou disco, as novas artes aproximam espectador e obra. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pode ser que as novas técnicas de reprodução deixem intatas o conteúdo da obra, mas desvalorizam o seu hic et nunc. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Noção de aura:&amp;nbsp; as técnicas de reprodução dissolvem a aura da obra de arte. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A forma orgânica que é adotada pela sensibilidade humana é, concomitantemente, natural e cultural. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A tradição também é realidade mutável. Benjamin toma como exemplo, Vênus, que para os gregos era objeto de culto, e para os clérigos da Idade Média,&amp;nbsp; ídolo maléfico. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O surgimento da fotografia,&amp;nbsp; redefine a função da obra de arte, os artistas proclamam a arte pela arte. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A obra de arte se liberta de rituais e religião, a arte adquire,&amp;nbsp; um papel político. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com a emergência das técnicas de reprodução, o valor de culto é substituído pelo valor de exibição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Teatro &amp; cinema: &lt;br /&gt;O teatro não requer mediação; no cinema o ator representa para a câmara, no teatro a aura do personagem é inseparável da aura do ator. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nesse mercado dentro do qual não se vende apenas a força de trabalho,a&amp;nbsp; representação do ator fica nas mesmas condições de qualquer produto fabricado. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O cinema constrói artificialmente a personalidade do ator. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A técnica do cinema se assemelha aquela do esporte, todos os espectadores são semi-especialistas. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O público vai perdendo o interesse pelo livro, para valorizar o jornal. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No mundo operatório, cirurgião e curandeiro ocupam papéis opostos: o curandeiro cura mediante o toque das mãos. O cirurgião intervém no interior do doente. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O pintor observa uma distância natural entre a realidade e ele próprio, o filmador penetra em profundidade na própria na realidade. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O cinema&amp;nbsp; é fruição coletiva,a&amp;nbsp; obra de arte,&amp;nbsp; individual. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O cinema enriqueceu&amp;nbsp; e aprofundou nossa percepção. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No cinema há&amp;nbsp; a interpenetração da arte e da ciência:o aspecto artístico da fotografia e o seu uso científico. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A natureza que fala à câmara, se difere da natureza que fala aos olhos, ela substitui o espaço onde o homem age conscientemente por um outro onde sua ação é inconsciente. P.29&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7676442-109095155344546570?l=teoriacomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/feeds/109095155344546570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7676442&amp;postID=109095155344546570' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109095155344546570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109095155344546570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/2004/07/walter-benjamin_27.html' title='Walter Benjamin'/><author><name>jono</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002805370952616550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7676442.post-109095142923713342</id><published>2004-07-27T15:01:00.000-03:00</published><updated>2004-07-27T15:03:49.236-03:00</updated><title type='text'>Teoria Crítica</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;strong&gt;Teoria Crítica &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Escola de Frankfurt&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Histórico &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 1923 –&amp;nbsp; abertura do Instituto de Pesquisa Social, por Félix Weil, filiado a Universidade de Frankfurt. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 1930 -&amp;nbsp;&amp;nbsp; Max Horkheimer assume a direção do Instituto. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 1933 – o Instituto (Escola de Frankfurt) é fechado pelo Estado nazista, que considera suas atividades hostis ao Estado. &lt;br /&gt;Os principais integrantes da Escola emigram para Paris e, posteriormente,&amp;nbsp; para New York. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 1940 -&amp;nbsp; Nos Estados Unidos é criado o Institute of Social Research. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 1950 -&amp;nbsp; O Instituto de Pesquisa Social é reaberto na Alemanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais teóricos &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Theodor Adorno, Max Horkheimer, Herbert Marcuse, Walter Benjamin, Jürgen Habermas.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Obras importantes &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A Dialética do Esclarecimento, 1ª edição em Amsterdã (1947), Adorno e&amp;nbsp; Horkheimer. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;Apresentam reflexões sobre a transformação do progresso cultural no seu contrário, a partir da análise dos fenômenos sociais, típicos da sociedade norte-americana, entre os anos 30 e 40. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica (1937), Walter Benjamin. &lt;br /&gt;Reflete sobre a relação arte e tecnologia na modernidade, a redefinição do conceito de arte e sua função social. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eros e Civilização (1955) e O Homem Unidimensional (1964), Herbert Marcuse. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Crítica da cultura burguesa, influência&amp;nbsp; nos&amp;nbsp; movimentos estudantis&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; de contestação do establishment (anos 60), na Europa e nos&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estados&amp;nbsp; Unidos. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Consciência moral e agir comunicativo (1981), Jürgen Habermas. &lt;br /&gt;O autor critica a função ideológica da ciência e da técnica nas sociedades modernas e propõe o redirecionamento da razão instrumental para a emancipação da humanidade através do “agir comunicacional”, que possa orientar as ações dos sujeitos, com base num “sentido comunitário”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teoria Crítica: propostas gerais &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os frankfurtianos elaboram uma teoria crítica das sociedades&amp;nbsp; contemporâneas, especificamente dos desdobramentos do capitalismo aliado a técnica e seus impactos na vida dos indivíduos. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Analisam o sistema da economia de mercado, abordando questões como: desemprego, crises econômicas, terrorismo, anti-semitismo, condição global das massas, mercantilização da cultura. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Propõem o enfretamento de temáticas novas através da análise de fenômenos superestruturais e do comportamento coletivo nas sociedades capitalistas industrializadas.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em nome da racionalização, os processos sociais são dominados pela ótica da ciência aliada à técnica, traduzida como racionalidade da dominação da natureza para fins lucrativos. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Denunciam a separação e oposição do indivíduo em relação à sociedade. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Criticam a dominação dos indivíduos nos Estados&amp;nbsp; capitalista e fascista. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Apontam o positivismo como estratégia de manutenção e reprodução do status quo. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Defendem a atividade reflexiva como saída para a reorganização&amp;nbsp; racional da sociedade, embora não apresentem soluções práticas para os impasses engendrados pelo capitalismo aliado à industrialização. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As teses postuladas pelos frankfurtianos põem em relevo o papel central que a ideologia desempenha em formas de comunicação nas sociedades urbanas modernas e&amp;nbsp; apontam os meios de comunicação como agentes da barbárie cultural, veículos propagadores da ideologia das classes dominantes, imposta as classes subalternas pela persuasão ou manipulação. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Consideram as pesquisas setorializadas e os mass media, instrumentos de manutenção do sistema, através da reprodução de modelos e valores sociais.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indústria Cultural &lt;br /&gt;&amp;nbsp;Expressão utilizada por Adorno e Horkheimer na Dialética do Esclarecimento (1947)&amp;nbsp; no capítulo, A Indústria Cultural: O Iluminismo como Mistificação das Massas, em substituição ao termo cultura de massas para designar a produção e difusão de bens simbólicos em escala industrial. &lt;br /&gt;Para Adorno e Horkheimer, a Indústria Cultural como subsistema da sociedade capitalista, reproduz a&amp;nbsp; ideologia e estrutura dessa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Críticas à Indústria Cultural &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aquilo que a Indústria Cultural oferece de continuamente novo, não é mais que a representação, sob formas diferentes, de algo sempre igual. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; o sistema condiciona o tipo, a qualidade e a função do consumo na sociedade. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a Indústria Cultural provoca a homogeneização dos padrões de gosto. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O indivíduo deixa de decidir autonomamente, o conflito soluciona-se com a adesão acrítica de valores impostos. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; À medida que a Indústria Cultural se consolida, mais adquire poder sobre as necessidades do consumidor, guiando-o e disciplinando-o. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a individualidade é substituída pela pseudo-individualidade. A ubiqüidade, a repetitividade e a estandardização da Indústria Cultural,l&amp;nbsp; fazem da moderna cultura de massa um meio de controle inaudito. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;“A sociedade é sempre a vencedora e o indivíduo não passa de um fantoche manipulado pelas normas sociais.” ADORNO apud WOLF (1994:77). &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; os produtos da Indústria Cultural paralisam a imaginação e a espontaneidade, impedindo a atividade mental do indivíduo. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a Indústria Cultural reflete o modelo do mecanismo econômico que domina o tempo de trabalho e de lazer. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a estrutura multiestratificada das mensagens reflete a estratégia de manipulação da Indústria Cultural. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a recepção das mensagens dos mass media, escapam ao controle da consciência. O espectador absorve ordens, indicações, proibições, sem senso crítico. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; uma das estratégias de dominação da Indústria Cultural é a estereotipização ? modelos simplificados indispensáveis para organizar e antecipar as experiências humanas. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a divisão dos produtos em gêneros conduz ao desenvolvimento de formas fixas e&amp;nbsp; impõem modelos estabelecidos de expectativas. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; as pessoas encontram-se privadas da verdadeira compreensão da realidade e da experiência de vida pelo uso constante de óculos esfumaçados, oferecidos pelo sistema através da Indústria Cultural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências bibliográficas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.ADORNO, T. e HORKHEIMER, M. et alii. Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985 [1969]. &lt;br /&gt;2. POLISTCHUK, Ilana &amp; RAMOS TRINTA, A. Teorias da Comunicação. O pensamento e a prática da Comunicação Social. Rio de Janeiro: Campus, 2003. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 1994.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7676442-109095142923713342?l=teoriacomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/feeds/109095142923713342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7676442&amp;postID=109095142923713342' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109095142923713342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109095142923713342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/2004/07/teoria-crtica_27.html' title='Teoria Crítica'/><author><name>jono</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002805370952616550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7676442.post-109088840335917667</id><published>2004-07-26T21:30:00.000-03:00</published><updated>2004-07-26T21:33:23.360-03:00</updated><title type='text'>Teoria crítica      X        Pesquisa Administrativa</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Teoria Crítica&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;strong&gt;x&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Pesquisa Administrativa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;efeitos latentes&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;efeitos imediatos&lt;br /&gt;marxismo e psicanálise&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; positivismo e behaviorismo&lt;br /&gt;teoria da sociedade&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;teoria da comunicação&lt;br /&gt;crítica ao capitalismo&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; pesquisas empíricas &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;e ao positivismo&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; para controle social&lt;br /&gt;mudança social necessária&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; manutenção do sistema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7676442-109088840335917667?l=teoriacomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/feeds/109088840335917667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7676442&amp;postID=109088840335917667' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109088840335917667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109088840335917667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/2004/07/teoria-crtica-x-pesquisa.html' title='Teoria crítica      X        Pesquisa Administrativa'/><author><name>jono</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002805370952616550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7676442.post-109088816928245638</id><published>2004-07-26T21:27:00.000-03:00</published><updated>2004-07-26T21:29:29.283-03:00</updated><title type='text'>Teoria da seletividade</title><content type='html'>&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Teorias das influências seletivas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 1994.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As teorias das influências seletivas podem ser divididas em: abordagem empírico-experimental&amp;nbsp; e abordagem empírica de campo. A primeira respalda na psicologia, enfatiza a intervenção de fatores individuais e subjetivos no processo comunicativo. A segunda enfatiza os fatores de mediação social que interferem na recepção e decodificação de mensagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Abordagem empírico-experimental ou da persuasão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esta abrange duas coordenadas: estudos sobre características dos destinatários que intervêm para a obtenção dos efeitos e pesquisas sobre a organização ótima das mensagens com fins persuasivos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A abordagem da persuasão propõe a revisão do processo comunicativo entendido como relação mecanicista e imediata entre estímulo e resposta, levando em consideração fatores psicológicos intervenientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A teoria empírico-experimental pretende observar a eficácia persuasiva de determinadas mensagens e a priorizar a avaliação dos efeitos dessas em situações específicas de&amp;nbsp; campanha eleitoral, informativa ou publicitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Persuadir os destinatários é um objetivo possível, se a forma e a organização da mensagem forem adequadas aos fatores pessoais que o destinatário ativa quando interpreta a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os efeitos da mídia são diferentes para cada tipo de receptor, devido as diferenças individuais deste. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Modelo: causa (estímulo) Þ (processos psicológicos intervenientes) Þ efeito (resposta). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fatores relativos à audiência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ª. Motivação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A escassez de interesse e de motivação por certos temas, a dificuldade de acesso à própria informação, a apatia social interferem no processo de recepção de mensagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quanto mais expostas as pessoas são a um determinado assunto, mais seu interesse aumenta, mais as pessoas se sentem motivadas para saberem mais acerca do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b. Exposição seletiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Determinadas camadas da população &amp;nbsp;se interessam por meios diferentes. Para o lançamento de uma campanha há que se observar qual o meio mais eficaz para determinada mensagem e para um público específico, que é exposto de forma&amp;nbsp; diferenciada aos veículos de comunicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Os componentes da audiência tendem a&amp;nbsp; se expor à informação que está de acordo com suas atitudes e a evitar aquelas que agridam seus valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c. Percepção seletiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os elementos do publico não se expõem aos meios de comunicação num estado de nudez psicológica, apresentam-se revestidos e protegidos por predisposições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A interpretação transforma e adapta o significado da mensagem recebida, podendo resultar em decodificação aberrante (ruído).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d. Memorização seletiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A memorização das mensagens contém elementos de seletividade análogos aos anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aspectos que estão em consonância com os valores e atitudes do receptor são memorizados num grau mais elevado do que os outros, e essa tendência se acentua à medida que vai decorrendo o tempo de exposição da mensagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Efeito Bartlett&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A medida que o tempo passa, a memorização seleciona&amp;nbsp; os elementos mais significativos para o indivíduo em detrimento dos discordantes ou culturalmente mais distantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Efeito latente (sleeper efect)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em certos casos, a eficácia persuasiva é quase nula imediatamente após a exposição à mensagem. Mas, a medida que o tempo passa, pode-se obter o efeito esperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fatores ligados à mensagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; ª. Credibilidade da fonte&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A reputação da fonte é um fator que influencia mudanças de opinião, a falta de credibilidade do emissor incide negativamente na persuasão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mensagens idênticas passadas por fontes diversas têm efeitos e eficácia diferenciados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pode existir apreensão do conteúdo, mas a escassa credibilidade da fonte seleciona a sua aceitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b. Ordem da argumentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;efeito primacy: a persuasão é influenciada sobretudo pelos argumentos iniciais da mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; efeito recency: a persuasão é influenciada pelos argumentos finais da mensagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A ordem de argumentos pró ou contra provocam&amp;nbsp; efeitos diferenciados, em situações específicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c. Integralidade das argumentações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estudo do impacto&amp;nbsp; que provoca a apresentação de um único aspecto ou, pelo contrário, de ambos os aspectos de um tema controverso, com o objetivo de mudar a opinião da audiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A eficácia&amp;nbsp; da estrutura das mensagens varia, ao variarem certas características dos destinatários os efeitos das comunicações de massa dependem das interações que se estabelecem entre estes fatores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aspectos positivos da abordagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As pesquisas psicológico-experimentais redimensionam a capacidade indiscriminada dos meios de comunicação para manipularem o público, levando em conta fatores psicológicos individuais, em circunstâncias&amp;nbsp; específicas que interferem na mudança de atitude do receptor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Oferecem subsídios&amp;nbsp; teóricos e empíricos para a avaliação do resultado de determinada campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A influência e a persuasão não são indiferenciadas e constantes nem se justificam apenas pelo fato de ter havido transmissão de uma mensagem.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7676442-109088816928245638?l=teoriacomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/feeds/109088816928245638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7676442&amp;postID=109088816928245638' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109088816928245638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109088816928245638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/2004/07/teoria-da-seletividade.html' title='Teoria da seletividade'/><author><name>jono</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002805370952616550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7676442.post-109088792002933752</id><published>2004-07-26T21:24:00.000-03:00</published><updated>2004-07-26T21:25:20.030-03:00</updated><title type='text'>A abordagem empírica de campo ou dos efeitos limitados</title><content type='html'>&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A abordagem empírica de campo&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; ou&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; dos efeitos limitados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 3a Edição, 1994. P.19 -30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Duas correntes:&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; estudo da composição diferenciada de público e dos seus modelos de consumo;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; pesquisas sobre mediação social que caracteriza esse consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dimensão prático-aplicável dos problemas investigados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Capacidade diferenciada da mídia de exercer influência no público que recebe as mensagens também de maneira diferenciada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Associação dos processos de comunicação de massa às características do contexto social em que&amp;nbsp; os processos se realizam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não só a mídia exerce efeitos sobre as pessoas, mas as relações interpessoais.&lt;br /&gt;Os processos e os fenômenos comunicativos&amp;nbsp; são socialmente vinculados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Modelo de usos e satisfações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estuda como os conteúdos da mídia afetam o público, o que a maioria dos membros do público desejam e por quê. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A influência da mídia no público, as demandas no plano simbólico devem corresponder ao fornecimento&amp;nbsp; de produtos simbólicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A variação do consumo de massa é avaliada&amp;nbsp; a partir de características do público: idade, sexo, profissão, classe social, nível de escolaridade, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Importante:&amp;nbsp; relação entre público e avaliação de modelos de expectativas, preferências, atitudes para com a mídia, de acordo&amp;nbsp; com fatores sócio-culturais que estruturam a audiência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ler jornal, ouvir rádio, ver TV significa fazer dado uso de meios de comunicação em função de necessidades específicas de determinado público. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Necessidades a serem satisfeitas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) entretenimento: escape psicológico&amp;nbsp; às &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; pressões do cotidiano, despressurização emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) relacionamento pessoal: companhia para as pessoas solitárias ou agenda temática para conversação&amp;nbsp; em meio social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c)identificação projetiva: referências personalizadas e comparações feitas a situações humanas mostradas, reforço de opiniões; soluções para males existenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) vigilância e fiscalização: coleta de modas e novidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O contexto social e os efeitos dos mass media&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A eficácia da mídia só é susceptível de ser observada no contexto social em que acontece. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lazarsfeld: Os efeitos provocados pelos mass media dependem das forças sociais que predominam em determinado período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O modelo&amp;nbsp; de uso e satisfações recusa a&amp;nbsp; relação causal direta entre propaganda de massas e manipulação da audiência, enfatiza as dinâmicas sociais que interceptam nos processos comunicativos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A ênfase da abordagem recai nos processos de formação&amp;nbsp; de opinião, em determinadas comunidades sociais: posição econômica, religião, grupo etário, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A propaganda pode exercer: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Efeito de ativação: a propaganda transforma as tendências latentes em comportamento efetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Efeito de reforço: a propaganda evita mudanças de atitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Efeito de conversão: a propaganda muda radicalmente a opinião&amp;nbsp; das pessoas mediante à redefinição dos problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O fluxo da comunicação em dois níveis (two-step flow of comunication) é determinado pela mediação que os líderes exercem entre a mídia e os indivíduos do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A avaliação da consistência e a lógica (E/R) dos efeitos&amp;nbsp; supera a teoria hipodérmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A personalidade do indivíduo se configura também a partir dos grupos de referência (família, amigos, religião, trabalho, escola, etc.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os efeitos de reforço prevalecem sobre os de conversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A influência pessoal&amp;nbsp; é mais eficaz que a da mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se a credibilidade da fonte reflete na eficácia da mensagem persuasiva, a fonte impessoal dos mass media encontra-se em desvantagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os processos comunicativos de massa acontecem em quadros sociais muito complexos, influência constante de variáveis econômicas, sociológicas e psicológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Coloca em xeque a linearidade e a imediaticidade do modelo anterior.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7676442-109088792002933752?l=teoriacomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/feeds/109088792002933752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7676442&amp;postID=109088792002933752' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109088792002933752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109088792002933752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/2004/07/abordagem-emprica-de-campo-ou-dos.html' title='A abordagem empírica de campo ou dos efeitos limitados'/><author><name>jono</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002805370952616550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7676442.post-109088784044455021</id><published>2004-07-26T21:22:00.000-03:00</published><updated>2004-07-26T21:24:00.443-03:00</updated><title type='text'>Teoria Hipodérmica</title><content type='html'>&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Teoria Hipodérmica&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Conceituação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É uma abordagem global dos mass media, não levando em conta a diversidade e especificidade das mídias e seus diferentes impactos na percepção e nas formas de cognição humanas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Teoria da propaganda e sobre a propaganda.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Enfoques da teoria: tipo de organização social e estrutura psicológica dos indivíduos.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Preocupação central: que efeitos têm os mass media numa sociedade de massas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&amp;nbsp; Contextualização: Estados Unidos, década de 20.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Emergência dos mass media e de uma sociedade de consumo. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eclosão de estados totalitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Heranças teóricas (Séc. XIX) &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sociologia:&amp;nbsp; Teoria da sociedade de massa.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Psicologia:&amp;nbsp; Teoria psicológica da ação.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;As teorias sociológicas e psicológicas de finais do Século XIX e início do Século XX, caracterizam-se por reflexões desencantadas com o caos social decorrentes do progresso.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Segundo&amp;nbsp; GINER apud BARBERO (1997:44):&amp;nbsp; “A teoria da sociedade-massa tem fontes diferentes e uma paternidade mista composta de liberais descontentes e conservadores nostálgicos, além de alguns socialistas desiludidos e uns tantos reacionários abertos.” &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;3.1. Sobre a sociedade de massa&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tocqueville (França - finais do século XIX) &lt;br /&gt;Embora&amp;nbsp; o autor veja a emergência das massas como chave do início da democracia moderna ¾ onde desaparecem as antigas distinções de castas, categorias e classes ¾ &amp;nbsp;considera aquelas como ignorantes, sem moderação.. que subordina qualquer coisa a seu bem-estar.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Segundo&amp;nbsp; BARBERO (1997: 46): “... o conceito de ‘massa’ que inicia sua trajetória no pensamento de Tocqueville racionaliza todavia o primeiro desencanto de uma burguesia que vê em perigo uma ordem social por ela e para ela organizada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A sociedade de massa emerge em decorrência da industrialização progressiva, revolução dos transportes e do comércio, difusão de valores como liberdade e igualdade. &lt;br /&gt;Conseqüências sociais: enfraquecimento de laços tradicionais ¾ família, comunidade, religião ¾ isolamento e alienação dos indivíduos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Reflexões sobre a sociedade de massas&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Século XX&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Oswald Spengler : A decadência do Ocidente [1925].&lt;br /&gt;José Ortega y Gasset : A rebelião das massas [1926].&lt;br /&gt;“A massa subverte tudo o que&amp;nbsp; é diferente, singular individual, tudo que é classificado e selecionado. Embora a ascensão das massas indique que a vida média se processa a um&amp;nbsp; nível superior aos precedentes, as massas revelam todavia ‘um estado de espírito absurdo: preocupam-se apenas com o seu bem-estar...” [Ver WOLF, p.22].&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;3.2. A estrutura psicológica dos indivíduos&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Gustave Le Bon : Psychologie des foules (1895)&lt;br /&gt;&amp;nbsp;O autor condena o comportamento de massa, apontando o caráter irracional, impulsivo e regressivo de suas ações. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; S. Freud: Psicologia das Massas e Análise do Ego.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A massa é um fenômeno psicológico no qual os indivíduos estão dotados de uma alma coletiva e caracteriza-se pela regressão ao estado primitivo&amp;nbsp; onde&amp;nbsp; o afeto e&amp;nbsp; o instinto predominam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Premissas da Teoria Hipodérmica &lt;br /&gt;a)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;As&amp;nbsp; mensagens dos mass media são recebidas de maneira homogênea pelos membros da audiência.&lt;br /&gt;b)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Os efeitos das mensagens são instantâneos&amp;nbsp; e inevitáveis.&lt;br /&gt;c)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;As mensagens dos mass media atuam como estímulos à determinados&lt;br /&gt;comportamentos; provocam impulsos, emoções ¾ processos sobre os quais os indivíduos exercem escasso controle.&lt;br /&gt;d)&amp;nbsp;&amp;nbsp; A atomização, a fragmentação e o isolamento do indivíduo nas sociedades urbano-industriais favorecem a manipulação do indivíduo pelos mass media.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A communication research considera a massa, como:&lt;br /&gt;a)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Conjunto homogêneo de indivíduos, mesmo que provenham de ambientes e grupos sociais heterogêneos.&lt;br /&gt;b)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Indivíduos anônimos e separados uns dos outros no espaço, sem influências recíprocas.&lt;br /&gt;c)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não possuem tradições, regras de comportamento ou estrutura&amp;nbsp; organizativa.&lt;br /&gt;d)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Indivíduos expostos a conteúdos e acontecimentos que vão além de sua experiência; absorvem valores que não coincidem, necessariamente com as regras do grupo do indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. &amp;nbsp;Modelo comunicativo da teoria hipodérmica&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O modelo tem como referência teórica a psicologia behaviorista que estuda o comportamento humano com métodos e experimentações das ciências biológicas.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;O estímulo é o agente da resposta. O comportamento humano pressupõe&amp;nbsp; uma relação indissociável e recíproca entre estímulo–resposta.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para a teoria hipodérmica os mass media constituem-se uma espécie de sistema nervoso que se espalha até atingir os sentidos dos indivíduos, numa sociedade caracterizada pela escassez de relações interpessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; BIBLIOGRAFIA BÁSICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 3a Edição, 1994. P.19 -30.&lt;br /&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; DE FLEUR, Melvin &amp; BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da Comunicação de Massa. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 5a edição, 1993. P.177-184.&lt;br /&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; MARTIN-BARBERO, Jesús. Dos meios às Mediações. Comunicação, Cultura e Hegemonia. Rio de Janeiro: Editora UFRJ,&amp;nbsp; 1997.p. 46- 61.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7676442-109088784044455021?l=teoriacomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/feeds/109088784044455021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7676442&amp;postID=109088784044455021' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109088784044455021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109088784044455021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/2004/07/teoria-hipodrmica.html' title='Teoria Hipodérmica'/><author><name>jono</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002805370952616550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7676442.post-109088753057245875</id><published>2004-07-26T21:15:00.000-03:00</published><updated>2004-10-23T01:43:20.683-03:00</updated><title type='text'>Teoria da Comunicação - Pesquisa e Pensamento</title><content type='html'>&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Delineamentos e Problematizações &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; PESQUISA EM COMUNICAÇÃ0 &lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; conjunto de conhecimentos, métodos e pontos de vistas múltiplos e heterogêneos sobre o fenômeno da comunicação no contexto capitalista.&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; estudo científico dos elementos que integram o processo comunicativo: comunicador, código,&amp;nbsp; mensagem, mídias, receptor. &lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; análise de fenômenos relacionados ou gerados pela transmissão e recepção de informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; PENSAMENTO COMUNICACIONAL&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; articula as reflexões dos especialistas com as reflexões&amp;nbsp; e práticas profissionais: publicitários, jornalistas assessores de imprensa, etc.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; deve estar atento às mudanças políticas, econômicas e sociais, é evolutivo e variável em cada país.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; organizador de práticas científicas, reflexivas e profissionais, respostas as necessidades das grandes organizações de comunicação.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; estreita ligação com as ações sociais nas sociedades industriais dominantes.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; transversalidade: opera articulações em campos separados, tem&amp;nbsp; faculdade de integrar, ou interligar problemáticas de áreas distintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; CARACTERÍSTICAS &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; complexidade, abrangência, caráter processual e dinâmico, fenômeno em constante mutação.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A comunicação de massa envolve:&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; aspectos técnico-semióticos,&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; regulamentações legislativas,&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; intrincadas operações político-econômicas,&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; questões éticas e políticas,&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; aspectos psicológicos, sociais, culturais, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. ABORDAGENS&lt;br /&gt;4.1. Contribuições&amp;nbsp; da Sociologia e da Psicologia:&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; pesquisas empíricas para avaliação de efeitos a curto prazo.&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; teoria crítica: relações entre sistema social e comunicação de massa. &lt;br /&gt;4.2 Contribuições das Ciências da Linguagem: &lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; estudo da estrutura da linguagem e processos de codificação.&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em casos específicos, relação texto e contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA &lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estados Unidos: anos 20 &amp;30. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Objeto de estudo:&amp;nbsp; mass media.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mídias e instituições que exercem atividade-chave: produção, reprodução e distribuição de informações e imagens, em grande escala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; QUESTÕES RELEVANTES&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; contexto histórico no qual a teoria foi produzida e onde emerge os meios de comunicação.&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; validade dos pressupostos teóricos e aplicação destes em determinado contexto.&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; modelo teórico de comunicação e de sociedade implícitos na teoria,&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; objetivos da pesquisa e da fonte patrocinadora,&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; que fatores políticos, econômicos e culturais interferem no funcionamento da mídia ? &lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; avaliação dos efeitos dos mass media na audiência. &lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a especificidade da comunicação de massa em relação a outros processos.&lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; como os mass media interferem nos códigos culturais, no horizonte de expectativas da cultura, e esta nos primeiros. &lt;br /&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; quais os impactos das novas mídias de produção e circulação de informações e imagens na cultura contemporânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.CONTEXTUALIZAÇÃO&amp;nbsp; &lt;br /&gt;ESTADOS UNIDOS&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; concorrência entre os meios de comunicação, necessidade de medidas racionais de controle de audiência,&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; emergência de novas tecnologias e da sociedade de consumo,&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; preparação de mão de obra especializada para atuar na mídia. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; necessidade de estratégias eficazes de&amp;nbsp; propaganda política,&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; necessidade de estratégias publicitárias para o estímulo do consumo. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; BRASIL&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; pesquisa da comunicação coincide com a autonomização da organização cultural nas sociedades contemporâneas.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; necessidade de profissionalização de produtores, técnicos, empresários, etc.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; anos 60: instalação das bases industriais do mercado de bens simbólicos.&lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;anos 70: consolidação da organização capitalista da cultura. &lt;br /&gt;ü&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No contexto brasileiro, o Estado tem presença ativa na cultura.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; os mass media são agentes hegemônicos na produção e reprodução da cultura.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;1. DEFLEUR, Melvin L. &amp; BALL-ROKEACH, Sandra. Teorias da Comunicação de Massa.&amp;nbsp; Rio de Janeiro: Zahar Editor, 1993.&lt;br /&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; VASSALLO DE LOPES, Maria Imaculada. Pesquisa em Comunicação. São Paulo Edições Loyola, 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 1994.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7676442-109088753057245875?l=teoriacomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/feeds/109088753057245875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7676442&amp;postID=109088753057245875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109088753057245875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7676442/posts/default/109088753057245875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriacomunicacao.blogspot.com/2004/07/teoria-da-comunicao-pesquisa-e.html' title='Teoria da Comunicação - Pesquisa e Pensamento'/><author><name>jono</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10002805370952616550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
